Dr. Juarez Callegaro

Medicina e Psiquiatria Ortossistêmica

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MEMÓRIA E DEPRESSÃO
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1.     A depressão e a falta de memória têm em comum a falta de proteínas BDNF e NGF.

 

2.     A falta de serotonina que representam fatores de regeneração cerebral nessas duas doenças.

 

3.     As escalas de avaliação da depressão acusam a existência da depressão  três e meio anos antes de surgir a doença de Alzheimer, o que sugere a prevenção do referido mal através do tratamento nutricional da depressão.

 

4.     A depressão , em 30% dos casos, apresenta a carência, além de serotonina, de dopamina e noradrenalina, necessárias, justamente com PGE1 (uma gordura produzida por ômega 6 e outros nutrientes), para sintetizar melatonina, o mais poderoso antioxidante endógeno contra o estresse oxidativo, seja proveniente de metais tóxicos, seja oriundo de conflitos que desregulam o hormônio cortisol, sendo que este lesiona regiões-chave do cérebro para a depressão e a memória, por exemplo, o hipocampo e o lobo frontal.

 

5.     Os aminoácidos precursores que ajudam a produzir serotonina são o triptofano e o 5HTP, os quais combinados com o SAM produzem não só a serotonina mas também a melatonina, isso com os nutrientes referidos no item 4.

 

6.     O cobalto, mineral componente da vitamina B12, é detectado pelo mineralograma do cabelo e está correlacionado, juntamente com o lítio baixo e ao risco de perda de memória.

 

“ A depressão e a falta de memória têm em comum a falta das proteínas BDNF e NGF”

 

A correção com suplementos faz subir, após três e/ou nove meses de uso, estes minerais nutrientes no mineralograma capilar, indicando a melhora destas doenças; melhora esta tanto maior quanto mais precoce a intervenção terapêutico-preventiva. A vitamina B12, combinada com a B9 (ácido fólico ou melhor folínico) e a B6 faz subir mais rapidamente o cobalto, o que ocorre num período de cerca de dois meses e meio (período relativo à grande maioria das pessoas). Metais tóxicos impedem a B12 de entrar no cérebro, por isso é importante remover o excesso de mercúrio e outros, revelados pelo mineralograma capilar, exame que mede com mais precisão a ausência de nutrientes ou o excesso de poluentes (como metais tóxicos) do que o mineralograma por biorressonância, o chamado “exame do dedinho”

 

7.     Os reguladores de receptores tipo 1 de serotonina aumentam como o ômega 3 do tipo EPA e com o lítio, preferivelmente o orotato de lítio, que penetra com mais facilidade nas membranas do glóbulo vermelho (onde deve ser medido não no plasma) e no cérebro (correlato com o mineralograma). Estes receptores ativados produzem, por sua vez, a ativação do circuito do prazer no cérebro e estimulam a astroglia que rodeia os neurônios da inteligência emocional e da memoria a produzir a proteína S100B, que regenera o citoesqueleto dos neurônios e das próprias babás dos neurônios, as astroglias, marcadores de longevidade cerebral quanto mais alto o seu número (razão glia/neurônio) em relação aos neurônios. O EPA e o lítio diminuem os receptores tipo 2, responsáveis pela baixa tolerância à dor da imperfeição, ansiedade e agressividade.

 

8.     O inositol, açúcar fosfatado e oxigenado produzido 50% no cérebro, aumenta a sensibilidade dos receptores tipo 1 de serotonina, sendo que em dose de 12 gramas ingeridas por dia reduz a depressão, ansiedade e o pânico, enquanto em doise maior de 18 gramas reduz o pensamento obsessivo. Isto pode estar relacionado com a produção de ATP no lobo frontal, um tipo de “bateria” que fornece energia para a inteligência emocional e o fator G da inteligência global, que permitem maior compreensão para desmanchar conflitos e força de vontade para controlar impulsos, “desneurotizando” atitudes rígidas, esquizóides, paranoides e histriônicas que caracterizam distúrbios de personalidade em depressões crônicas mesmo “brandas”

 

9.     Qualquer atraso na reposição de nutrientes e na retirada de elementos poluentes torna cada vez mais difícil a recuperação rápida e frequentemente é atribuída a predisposição genética e não a fatores desencadeantes ambientais, tanto nutricionais e tóxicos físico-quimicos, como o excesso da presença de pessoas “toxicas” na comunicação ou a falta de pessoas “nutritivas, ou seja de mentes criativas.



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Dr. Juarez Callegaro
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